8.1.11

kill me 2

perdoa a minha inconsciência imatura e for de alcance que tanto te perturbou. sei bem, que me deitei na cama que fiz mas tu descontrolas-me a ansiedade emocional.

7.1.11

kill me

tenho um intruso na minha vida. não sei de onde ele veio mas instalou-se no meu umbigo e cravou-se numa sujidade insuportável. é um bicho que pica e faz ferida. não sangra, mas dói. e dizem que há cura para tal mas ainda não a descobri.. ou quer dizer sei-a na teoria mas na prática, é complicado. e faço disso um diagnóstico grave e obscuro sem resolução médica, porque existem coisas que não deixam de ser isso mesmo. pessoas que se revelam e tornam-se monstros de uma doença abstracta que não se arranca. que não mata, mas mói.

6.1.11

.

a minha maior dificuldade é aceitar que pela primeira vez na vida fui ignorada por ti. e a cabra aqui era eu.

5.1.11

wtf?

isto são pensamentos que surgem quando estamos naquela fase para adormecer mas as insónias são mais fortes que os olhos cansados:
gostava em 2 minutos de poder entrar na tua cabeça, em 30 segundos sair dela, pensar em tudo e em 5,4,3,2,1 puff, desapareceres!

4.1.11

ora bolas 2011

ora bem, é o meu primeiro post do ano. e nunca pensei que tivesse tanta coisa para escrever quando resumidamente é: deixei-me cair outra vez nos teus braços e o resultado foi? merda. 
não é de estranhar quando a pessoa mais estranha do mundo se tornou cheias de certezas e lutas para aqui e para ali, quando mesmo à pouco tempo era uma fraquote que nunca sabia onde desarmar as suas duvidas existenciais. o que é alarmante é que tu me tenhas feito acreditar numa coisa que mudou e que é impossível de retomar um lugar.. qualquer que seja ele, coincidente com um do outro. ainda assim, preciso de ti exaustivamente mas não te quero ter.